<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="en">
		<id>https://www.scipedia.com/wd/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Oliveira_et_al_2015a</id>
		<title>Oliveira et al 2015a - Revision history</title>
		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://www.scipedia.com/wd/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Oliveira_et_al_2015a"/>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.scipedia.com/wd/index.php?title=Oliveira_et_al_2015a&amp;action=history"/>
		<updated>2026-05-07T00:47:29Z</updated>
		<subtitle>Revision history for this page on the wiki</subtitle>
		<generator>MediaWiki 1.27.0-wmf.10</generator>

	<entry>
		<id>https://www.scipedia.com/wd/index.php?title=Oliveira_et_al_2015a&amp;diff=40938&amp;oldid=prev</id>
		<title>Scipediacontent: Scipediacontent moved page Draft Content 414746350 to Oliveira et al 2015a</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.scipedia.com/wd/index.php?title=Oliveira_et_al_2015a&amp;diff=40938&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2017-04-11T09:31:08Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Scipediacontent moved page &lt;a href=&quot;/public/Draft_Content_414746350&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Draft Content 414746350&quot;&gt;Draft Content 414746350&lt;/a&gt; to &lt;a href=&quot;/public/Oliveira_et_al_2015a&quot; title=&quot;Oliveira et al 2015a&quot;&gt;Oliveira et al 2015a&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table class=&quot;diff diff-contentalign-left&quot; data-mw=&quot;interface&quot;&gt;
				&lt;tr style='vertical-align: top;' lang='en'&gt;
				&lt;td colspan='1' style=&quot;background-color: white; color:black; text-align: center;&quot;&gt;← Older revision&lt;/td&gt;
				&lt;td colspan='1' style=&quot;background-color: white; color:black; text-align: center;&quot;&gt;Revision as of 09:31, 11 April 2017&lt;/td&gt;
				&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan='2' style='text-align: center;' lang='en'&gt;&lt;div class=&quot;mw-diff-empty&quot;&gt;(No difference)&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Scipediacontent</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://www.scipedia.com/wd/index.php?title=Oliveira_et_al_2015a&amp;diff=40845&amp;oldid=prev</id>
		<title>Scipediacontent: Created page with &quot;==Resumo==  ====Objetivo====  Apresentar a experiência inicial do Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E) na realização de vasovasostomia microcirúrgica.  ==...&quot;</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.scipedia.com/wd/index.php?title=Oliveira_et_al_2015a&amp;diff=40845&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2017-04-11T09:27:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Created page with &amp;quot;==Resumo==  ====Objetivo====  Apresentar a experiência inicial do Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E) na realização de vasovasostomia microcirúrgica.  ==...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;New page&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;==Resumo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Objetivo====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentar a experiência inicial do Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E) na realização de vasovasostomia microcirúrgica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Método====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efetuada revisão dos processos clínicos dos pacientes submetidos a vasovasostomia microcirúrgica no nosso serviço entre 2008‐2014. Todas as cirurgias foram efetuadas pelo mesmo cirurgião com recurso ao microscópio ótico e aplicando a técnica de 2 camadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Resultados====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oito pacientes previamente submetidos a vasectomia foram submetidos a vasovasostomia microcirúrgica. A idade média dos pacientes foi de 38,8 ± 8,7 anos e o intervalo entre a vasectomia e a recanalização foi de 6 ± 1,5 anos. O período pós‐operatório decorreu sem complicações em todos os pacientes. Após um seguimento mínimo de 6 meses, a taxa de recanalização foi de 100%, com espermatozoides móveis detetados nos espermogramas de todos os pacientes (mediana 12 x 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; /mL, intervalo interquartil [7 x 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; /mL‐21 x 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; /mL]). Quatro dos 8 pacientes foram pais biológicos após a cirurgia.          &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Conclusões====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os resultados iniciais do nosso centro são sobreponíveis aos descritos na literatura, indiciando a qualidade técnica do procedimento realizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vasovasostomia microcirúrgica constitui um método de reversão da vasectomia de muito baixo risco, com custo‐benefício, e que permite aos casais obter gravidezes sucessivas sem intervenção médica adicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é a primeira série de vasovasostomias microcirúrgicas descrita em Portugal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abstract==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Objectives====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
To describe the initial experience of CHVNG/E in microsurgical vasovasostomy.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Methods====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The two‐layer technique was applied under microscope magnification in every patient by the same surgeon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Results====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8 bilateral vasovasostomies were performed for vasectomy reversal between 2008 and 2014 at our unit. All the patients were available for follow‐up, with a mean follow‐up time of 6 months. Mean patient age was 38.8 ± 8.7 years and the interval between vasectomy and recanalization of 6 ± 1.5 years. Overall spermatozoid patency rate was 100%, with mobile spermatozoa in the ejaculate of all patients (median 12 x 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; /mL, interquartile interval [7 x 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; /mL‐21 x 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; /mL]). Four of the 8 patients fathered after the procedure.          &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Conclusions====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Our results were comparable to the ones described in the literature, confirming the performance of a good surgical technique.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Microsurgical vasovasostomy constitutes a very safe method of vasectomy reversal, enabling couples to obtain pregnancies without additional medical treatment.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
To our knowledge, this is the first group of patients treated by this method in Portugal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Palavras‐chave==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vasovasostomia ; Técnica cirúrgica ; Taxa de recanalização e gravidez&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Keywords==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vasovasostomy ; Surgical technique ; Overall patency and pregnancy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos 10 anos o Serviço de Urologia do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHNVG/E) realizou mais de 500 vasectomias como método de planeamento familiar, após uma campanha de divulgação ao nível das unidades de saúde familiar locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, com o passar dos anos, uma proporção que se estima entre 2‐6% dos vasectomizados decide em algum momento reverter a vasectomia para ter filhos com uma nova parceira[[#bib0055|&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;]] . De entre as várias opções disponíveis, as técnicas microcirúrgicas permitem a recanalização num número elevado de casos, demonstrando ser mais custo‐eficaz do que as técnicas de reprodução assistida (TRA) como a FIV com ICSI[[#bib0060|&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;]] . Estima‐se, por exemplo, que um procedimento de ICSI necessita alcançar uma taxa de gravidez de 81% por ciclo para equiparar os custos de uma reversão cirúrgica de vasectomia.      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é a primeira série de vasovasostomias (VV) microcirúrgicas descrita em Portugal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analisar os casos operados no nosso serviço desde que iniciámos as técnicas de recanalização microcirúrgicas em 2008, bem como descrever a técnica cirúrgica utilizada, as complicações e sobretudo os resultados em termos de positividade do espermograma e da taxa de gravidez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pacientes e métodos===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efetuaram‐se 8 VV microcirúrgicas bilaterais entre agosto de 2008 e fevereiro de 2014. Em todos os casos obtiveram‐se os dados relativamente ao espermograma de controlo e à presença de nova gravidez após um seguimento mínimo de 6 meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as cirurgias foram realizadas sob anestesia geral e a técnica aplicada foi a 2 camadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através de uma incisão escrotal longitudinal sobre o local da vasectomia localiza‐se o canal deferente entre o indicador e o polegar e fixa‐se o canal com uma pinça de campo. O canal é exteriorizado e localiza‐se o granuloma, quase sempre presente ([[#fig0005|fig. 1]] ). Disseca‐se o canal proximal e distalmente, evitando desvascularizá‐lo. A hemóstase é realizada com bisturi bipolar com micropontas. Uma vez assegurada a viabilidade dos topos do canal, estes são seccionados num plano perpendicular. Foi observada a saída de líquido seminal (frequentemente abundante, mais ou menos claro, e às vezes espesso) pelo topo proximal (testicular) em todos os doentes. No topo abdominal (distal) introduz‐se um ''abocatt''  22 G e injeta‐se suavemente soro fisiológico, com progressão fácil em todos os casos, excluindo a hipótese de obstrução distal da via seminal. Os topos são aproximados sem tensão e as suas adventícias fixas com um ou 2 pontos de fio 6‐0 absorvível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span id='fig0005'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| style=&amp;quot;text-align: center; border: 1px solid #BBB; margin: 1em auto; max-width: 100%;&amp;quot; &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:draft_Content_414746350-1-s2.0-S2341402215000439-gr1.jpg|center|339px|Identificação do canal deferente laqueado.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &amp;lt;span style=&amp;quot;text-align: center; font-size: 75%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Figura 1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Identificação do canal deferente laqueado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para estabilizar os topos e obter um fundo de campo de trabalho com contraste em relação ao canal, um retângulo de plástico branco ou verde (retirado do campo cirúrgico descartável) é colocado posteriormente ao plano de sutura. Este retângulo é desenhado e cortado com 2 entalhes para se ajustar aos topos do canal deferente, de forma a manter o canal alinhado sem tensão numa posição estável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Introduz‐se no campo o microscópio cirúrgico a cerca de 20 cm do escroto e projetando‐o sobre os topos a suturar ([[#fig0010|fig. 2]] ). Uma postura cómoda com bom apoio dos punhos e cotovelos é essencial para evitar o tremor fastidioso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span id='fig0010'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| style=&amp;quot;text-align: center; border: 1px solid #BBB; margin: 1em auto; max-width: 100%;&amp;quot; &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:draft_Content_414746350-1-s2.0-S2341402215000439-gr2.jpg|center|372px|Introdução no campo do microscópio operativo Leica®OHS com ocular 10x/21.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &amp;lt;span style=&amp;quot;text-align: center; font-size: 75%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Figura 2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Introdução no campo do microscópio operativo Leica&amp;lt;sup&amp;gt;®&amp;lt;/sup&amp;gt; OHS com ocular 10 x/21.                  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em casos de incongruência entre os diâmetros dos lumens efetua‐se dilatação do topo distal com o ''abocatt''  ou com recurso a um dilatador microcirúrgico ( [[#fig0015|fig. 3]] ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span id='fig0015'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| style=&amp;quot;text-align: center; border: 1px solid #BBB; margin: 1em auto; max-width: 100%;&amp;quot; &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:draft_Content_414746350-1-s2.0-S2341402215000439-gr3.jpg|center|339px|Dilatação inicial do topo abdominal (distal) do canal deferente com pinça ...]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &amp;lt;span style=&amp;quot;text-align: center; font-size: 75%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Figura 3.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dilatação inicial do topo abdominal (distal) do canal deferente com pinça (imagem gravada a partir do leitor de vídeo do microscópio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A camada externa da anastomose é iniciada com 2 pontos separados de fio absorvível 8‐0 (Vicryl&amp;lt;sup&amp;gt;®&amp;lt;/sup&amp;gt; ) nas posições das 5 e 7 horas (relativamente aos “ponteiros do relógio”), através da adventícia e muscularis do canal, atados de imediato ([[#fig0020|fig. 4]] ). A camada interna da anastomose é então iniciada colocando 3 pontos separados de fio 9‐0 absorvível de polidioxanona (PDS&amp;lt;sup&amp;gt;®&amp;lt;/sup&amp;gt; ) nas posições das 5, 6 e 7 horas através da camada mucosa ([[#fig0020|fig. 4]] ). Estes 3 pontos são atados e cortados de seguida. São passados 4‐6 pontos adicionais na camada interna, apenas atados e cortados sequencialmente no final. Uma pequena porção de muscularis é incluída na sutura da camada interna para evitar cortar a mucosa. A camada externa é terminada com vários pontos interrompidos circunferenciais 8‐0 adicionais. O encerramento da camada externa musculo‐serosa deve garantir a anastomose estanque e sem tensão da sutura interna. Após remoção das suturas de suporte, o testículo é reposto na sua posição habitual e a incisão encerrada por planos. O procedimento é repetido no lado contrário. Não é deixado dreno por rotina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span id='fig0020'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| style=&amp;quot;text-align: center; border: 1px solid #BBB; margin: 1em auto; max-width: 100%;&amp;quot; &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:draft_Content_414746350-1-s2.0-S2341402215000439-gr4.jpg|center|527px|Técnica cirúrgica das 2 camadas: a sutura da mucosa é iniciada após a fixação do ...]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &amp;lt;span style=&amp;quot;text-align: center; font-size: 75%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fig. 4.1 e 4.2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Técnica cirúrgica das 2 camadas: a sutura da mucosa é iniciada após a fixação do canal com 2‐3 pontos posteriores da camada externa. Os 7‐9 pontos circulares da mucosa são passados: muscularis‐mucosa‐mucosa‐muscularis, e atados sequencialmente no fim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tempo de cirurgia médio foi entre 3‐4 horas. Foi administrada uma dose profilática única de Cefoxitina IV cerca de 30 min antes da incisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os pacientes tiveram alta no dia seguinte ao procedimento, medicados com paracetamol 1 g PO de 8‐8 h durante 24‐36 horas. Foi aconselhado repouso por 3 dias e recomendada abstinência sexual e suspensão testicular (ou ''slips''  justos) durante 3 semanas.      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dados demográficos dos doentes e os principais resultados encontram‐se descritos na [[#tbl0005|tabela 1]] .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span id='tbl0005'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;min-width: 60%;margin-left: auto; margin-right: auto;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tabela 1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caracterização dos pacientes, espermogramas e n.° de filhos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
! Pacientes&lt;br /&gt;
! Idade dos pacientes (anos)&lt;br /&gt;
! Idade da mulher (anos)&lt;br /&gt;
! Intervalo entre vasectomia e recanalização (anos)&lt;br /&gt;
! N.° de espermatozoides espermograma pós‐op. (/mL)&lt;br /&gt;
! Filhos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
! # 1&lt;br /&gt;
| 34&lt;br /&gt;
| 22&lt;br /&gt;
| 6&lt;br /&gt;
| 3 × 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
| 1&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
! # 2&lt;br /&gt;
| 56&lt;br /&gt;
| 30&lt;br /&gt;
| 8&lt;br /&gt;
| 23 × 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
| 2&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
! # 3&lt;br /&gt;
| 42&lt;br /&gt;
| 35&lt;br /&gt;
| 7&lt;br /&gt;
| 13 × 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
| 1 (+ uma gravidez não evolutiva)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
! # 4&lt;br /&gt;
| 44&lt;br /&gt;
| 32&lt;br /&gt;
| 8&lt;br /&gt;
| 8 × 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
| 0&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
! # 5&lt;br /&gt;
| 35&lt;br /&gt;
| 31&lt;br /&gt;
| 4&lt;br /&gt;
| 15 × 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
| 1&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
! # 6&lt;br /&gt;
| 36&lt;br /&gt;
| 34&lt;br /&gt;
| 5&lt;br /&gt;
| 7 × 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
| 0&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
! # 7&lt;br /&gt;
| 32&lt;br /&gt;
| 30&lt;br /&gt;
| 5&lt;br /&gt;
| 11 × 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
| 0&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
! # 8&lt;br /&gt;
| 28&lt;br /&gt;
| 26&lt;br /&gt;
| 5&lt;br /&gt;
| 111 × 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
| 0&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idade média dos pacientes foi de 38,8 ± 8,7 anos, das companheiras de 30 ± 4,24 anos e o intervalo entre a vasectomia e a recanalização foi de 6 ± 1,5 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A taxa de recanalização foi de 100%, com espermatozoides (Ez) móveis detetados nos espermogramas de todos os pacientes (mediana 12 x 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; /mL, intervalo interquartil [7 x 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; /mL‐21 x 10&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; /mL]). Uma característica comum detetada foi a astenozoospermia inicial, com melhoria progressiva nos espermogramas posteriores dos doentes que repetiram o exame.      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quatro dos 8 doentes foram pais biológicos após o procedimento cirúrgico, um dos quais com 2 filhos desde a reversão da vasectomia. De referir que um dos pacientes não procurou ter outro filho após cirurgia e a última VV apresenta um follow‐up curto. Adicionalmente, num dos casais um fator feminino pode ter influenciado a ausência de gravidezes: a companheira apresentava patologia tiroideia de novo com ciclos menstruais irregulares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as crianças nascidas eram saudáveis; 3 dos 4 pacientes tinham filhos de casamentos anteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não foi registada qualquer complicação anestésica ou cirúrgica e em nenhum caso foi necessário novo ato cirúrgico. O período pós‐operatório decorreu sem complicações em todos os pacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Discussão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde que O’Connor[[#bib0065|&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt;]]  sistematizou a técnica da vasovasostomia em 1948, realizaram‐se várias modificações, quer no sentido de otimizar a visualização do campo cirúrgico – e que incluíram a utilização de lentes de ampliação ou microscópio ótico – quer do ponto de vista de estanquicidade da sutura com a realização de um ou 2 planos.      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de resultados iniciais bons em termos de patência com a técnica macroscópica, quando Lee e McLoughlin comparam os seus resultados com as 2 diferentes técnicas obtiveram maior número de gravidezes com a técnica microcirúrgica (51 versus 35%)[[#bib0070|&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt;]] . Desde o artigo referência de Lee, numerosos estudos adicionais a comparar estas técnicas confirmaram a superioridade em termos de taxas de patência e de gravidez alcançadas com a reparação microscópica[[#bib0060|&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;]] .      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao prognóstico de acordo com a sutura em um ou 2 planos, as séries retrospetivas publicadas sugerem que o resultado é igual, tanto no que se refere à permeabilidade deferencial como à taxa de gravidez (Belker[[#bib0055|&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;]] , n = 1.249; Engelman[[#bib0075|&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt;]] , n = 859; e Lee[[#bib0080|&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt;]] , n = 324). Até à data, contudo, não houve qualquer ensaio prospetivo, randomizado, controlado comparando a técnica microcirúrgica de única camada modificada versus a camada dupla e a decisão relativamente a qual abordagem utilizar é assim baseada largamente na preferência do cirurgião. A nós pareceu‐nos mais preciso e seguro iniciar a nossa experiência com a técnica microcirúrgica standard da dupla camada.      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os resultados publicados na literatura referentes à VV microcirúrgica são heterogéneos, tanto em termo de resultados nos espermogramas como nas taxas de gravidezes. As taxas de recanalização variam entre os 99% de Mattheus (n = 100) e os 60% de Nalesnik (n = 39)[[#bib0070|&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt;]] . O mesmo acontece na taxa de gravidez entre os 69,9% de Silber (n = 326) e os 40,6% de Huang (n = 42)[[#bib0070|&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt;]] . A nossa taxa de gravidez (4/8 casos) é sobreponível à descrita, indiciando a qualidade técnica do procedimento realizado.      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os fatores que mais parecem influenciar o prognóstico da VV são o tempo decorrido desde a vasectomia e, em menor grau, a idade na altura da vasectomia. Outros fatores mais discutíveis incluem a presença de granuloma espermático, a deteção de Ez no topo testicular do canal deferente e a presença de anticorpos antiespermatozoides.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analisar ou não o líquido seminal que drena pelo topo testicular do canal deferente também é motivo de discussão. Sabe‐se que as características físicas macroscópicas do liquido seminal ''per se''  parecem ter efeito prognóstico, com um líquido claro a demonstrar melhores resultados do que um líquido espesso ou cremoso. Adicionalmente, alguns autores sugeriam que a não deteção de Ez no líquido analisado deveria motivar a realização de técnicas de reversão alternativas, nomeadamente a vasoepididimostomia. Contudo, Belker [[#bib0055|&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;]]  obteve no grupo de pacientes em que não se observaram Ez no líquido 60% de espermogramas positivos e 31% de gravidezes. Kolettis[[#bib0085|&amp;lt;sup&amp;gt;7&amp;lt;/sup&amp;gt;]]  obteve resultados semelhantes, com 43 e 25% dos doentes com espermogramas positivos e gravidezes, respetivamente, não acreditando ser necessária a epididimovasostomia (EV) de forma obrigatória. Do mesmo modo, Sigman[[#bib0090|&amp;lt;sup&amp;gt;8&amp;lt;/sup&amp;gt;]]  não encontrou diferenças no prognóstico da VV dependendo da presença de Ez, só cabeças, cabeças com cauda curta ou Ez completos. Tal como outros autores, julgamos que a decisão de realizar VV ou EV é baseada sobretudo nos achados intraoperatórios[[#bib0060|&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;]] . Em todos os nossos casos foi observada a drenagem de líquido seminal abundante e claro, tendo‐se optado por continuar com a VV. Isso talvez se deva ao facto de todos os nossos pacientes serem bons candidatos para a VV, uma vez que todos tinham efetuado a vasectomia há menos de 10 anos. A reversão de vasectomia após um período superior a 15 anos apresenta resultados inferiores[[#bib0095|&amp;lt;sup&amp;gt;9&amp;lt;/sup&amp;gt;]] . A criopreservação de esperma é uma opção na altura da reversão da vasectomia, contudo, 2 estudos demonstraram que a criopreservação por rotina para todas as reversões não é necessária nem custo‐eficaz[[#bib0060|&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;]] .      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tempo decorrido desde a vasectomia parece ser o fator mais influente&amp;lt;sup&amp;gt;[[#bib0055|1]] ; [[#bib0060|2]] ; [[#bib0065|3]] ; [[#bib0070|4]] ; [[#bib0075|5]] ; [[#bib0080|6]] ; [[#bib0095|9]]  ;  [[#bib0100|10]]&amp;lt;/sup&amp;gt; . Belker[[#bib0055|&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;]]  com 1.249 VV em 1991 observou que quanto maior o intervalo entre a vasectomia e a recanalização menor é a taxa de gravidez (&amp;lt; 3 anos – 76%; 3‐8 anos – 53%; 9‐14 anos – 44%; ≥ 15 anos – 30%).      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por último, é de destacar a dificuldade de seguimento adequado destes pacientes, quer na programação dos espermogramas pós‐operatórios (ora efetuados precocemente ou não efetuados) quer na comparência a consultas de follow‐up. Nesse sentido, optamos por contactar novamente todos os pacientes por via telefónica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Conclusão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A VV microcirúrgica é uma técnica consolidada, com uma alta percentagem de permeabilidade e uma taxa de gravidez significativa. É a terapêutica de primeira linha nos pacientes vasectomizados que desejam ter mais filhos, apresentando resultados superiores à FIV nestes casos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nossos resultados iniciais são sobreponíveis aos descritos na literatura, indiciando a qualidade técnica do procedimento realizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Responsabilidades éticas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Proteção de pessoas e animais===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os autores declaram que os procedimentos seguidos estavam de acordo com os regulamentos estabelecidos pelos responsáveis da Comissão de Investigação Clínica e Ética e de acordo com os da Associação Médica Mundial e da Declaração de Helsinki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Confidencialidade dos dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os autores declaram ter seguido os protocolos do seu centro de trabalho acerca da publicação dos dados de pacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Direito à privacidade e consentimento escrito===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os autores declaram ter recebido consentimento escrito dos pacientes e/ ou sujeitos mencionados no artigo. O autor para correspondência deve estar na posse deste documento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Conflicto de interesses==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os autores declaram não haver conflito de interesses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ol style='list-style-type: none;margin-left: 0px;'&amp;gt;&amp;lt;li&amp;gt;&amp;lt;span id='bib0055'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[#bib0055|1]] A.M. Belker, A.J. Thomas Jr., E.F. Fuchs, J.W. Konnak, I.D. Sharlip; Results of 1469 microsurgical vasectomy reversals by the Vasovasostomy Study Group; J Urol, 145 (3) (1991), pp. 505–511&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li&amp;gt;&amp;lt;span id='bib0060'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[#bib0060|2]] R. Kalem, T. Landon, E.B. Robert; Vasovasostomy techniques for microsurgery specialists; L. Jay (Ed.), Sandlow. Microsurgery for Fertility Specialists (1st Ed.), Springer, NY (2013), pp. 49–67&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li&amp;gt;&amp;lt;span id='bib0065'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[#bib0065|3]] V.J. O‘Conor; Anastomosis of the vas deferens after purposeful for sterility; J Urol, 59 (1948), p. 229&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li&amp;gt;&amp;lt;span id='bib0070'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[#bib0070|4]] J.A. Portillo Martín, M. Correas Gómez, M.A. Rado Velázquez, F. Antolín Juarez, J.L. Gutierrez Baños, J.I. Del Valle Schaan,  ''et al.''; Vasovasostomía: nuestra experiencia; Arch Esp Urol, 58 (10) (2005), pp. 1041–1048&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li&amp;gt;&amp;lt;span id='bib0075'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[#bib0075|5]] U.H. Engelmann, P. Schramek, G. Tomamichel, F. Deindl, T. Senge; Vasectomy reversal in central Europe: Results of questionnaire of urologists in Austria, Germany and Switzerland; J Urol, 143 (1990), p. 64&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li&amp;gt;&amp;lt;span id='bib0080'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[#bib0080|6]] H.Y. Lee; A 20‐year experience with vasovasostomy; J Urol, 136 (1986), p. 413&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li&amp;gt;&amp;lt;span id='bib0085'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[#bib0085|7]] P.N. Kolettis, A.M. D’Amico, L. Box, J.R. Burns; Outcomes for vasovasostomy with bilateral intravasal azoospermia; J Androl, 24 (2003), p. 22&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li&amp;gt;&amp;lt;span id='bib0090'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[#bib0090|8]] M. Sigman; The relationship between intravasal sperm quality and patency rates after vasovasostomy; J Urol, 171 (2004), p. 310&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li&amp;gt;&amp;lt;span id='bib0095'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[#bib0095|9]] E.F. Fuchs, R.A. Burt; Vasectomy reversal performed 15 years or more after vasectomy: correlation of pregnancy outcome with partner age and with pregnancy results of in vitro fertilization with intracytoplasmic sperm injection; Fertil steril, 77 (3) (2002), pp. 516–519&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li&amp;gt;&amp;lt;span id='bib0100'&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[#bib0100|10]] H.M. Nagler, M. Rotman; Predictive parameters for microsurgical reconstruction; Urol Clin North Am, 29 (2004), p. 913&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ol&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Scipediacontent</name></author>	</entry>

	</feed>